Em março de 2025, durante entrevista ao Flow Podcast, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma declaração que chamou atenção ao falar sobre a possibilidade de ser preso. Na ocasião, ele afirmou que não acreditava que sobreviveria caso fosse colocado atrás das grades.
“Deus não me colocou aqui para morrer atrás das grades. Se me prenderem, vão me matar. Não tenho a menor dúvida de que serei envenenado”, declarou o ex-mandatário no programa, ao comentar investigações e processos que enfrentava na época. A fala voltou a circular nas redes sociais um ano depois.
Isso porque a situação do ex-presidente mudou drasticamente desde então. Bolsonaro acabou preso no contexto das investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 e passou a cumprir pena enquanto responde a decisões judiciais ligadas ao caso.
Atualmente, Bolsonaro enfrenta problemas de saúde e chegou a ser internado em uma unidade de terapia intensiva em Brasília. O ex-presidente foi hospitalizado após apresentar febre alta e queda na saturação de oxigênio, sendo diagnosticado com broncopneumonia e outros problemas associados.
Boletins médicos também indicaram piora da função renal e aumento de marcadores inflamatórios, o que manteve o político sob cuidados intensivos. Segundo relatos do filho, Carlos Bolsonaro, o ex-presidente chegou a ficar “inchado e irritado” durante a internação, enquanto familiares seguem pressionando a Justiça por uma eventual prisão domiciliar devido ao estado de saúde.
Saúde do ex-presidente preocupa aliados e familiares
A situação de saúde de Jair Bolsonaro passou a gerar preocupação entre aliados e familiares desde que ele foi levado à UTI. De acordo com boletins médicos recentes, o ex-presidente apresentou piora na função renal e segue sob monitoramento intensivo da equipe médica, enquanto recebe tratamento para complicações respiratórias e inflamatórias.
Após visitar o pai no hospital, Carlos Bolsonaro afirmou que o ex-mandatário estava bastante debilitado, descrevendo que ele se encontrava “inchado e irritado” durante a internação. O estado clínico reacendeu debates políticos e jurídicos sobre a possibilidade de medidas alternativas à prisão, enquanto o quadro de saúde continua sendo acompanhado de perto.






