Depois de 34 anos, o governo do Brasil, na época comandado por Jair Bolsonaro, decidiu encerrar a prática do horário de verão em 2019, baseando-se em estudos que apontaram baixa efetividade na economia de energia.
Apesar disso, a técnica ainda é adotada por dezenas de países, incluindo os Estados Unidos, que a partir das próximas semanas, deve forçar seus habitantes a adiantarem seus relógios em 1 hora para fazer com que os dias pareçam mais longos.
Em 2026, o horário de verão será iniciado no dia 8 de março, que cai em um domingo, a partir das 2h da manhã. Na ocasião, os relógios devem ser adiantados para 3h, o que encurtará a noite de sono de muitas pessoas.
Inclusive, de acordo com especialistas, o ajuste pode causar impactos na rotina e na disposição, principalmente nos primeiros após a alteração. Contudo, a reorganização dos horários de alimentação e descanso é uma ação eficaz para minimizar estes efeitos.
Vale lembrar que o horário de verão dos EUA vigora por oito meses no total. Sendo assim, cidadãos de todos os estados do país precisarão manter seus relógios adiantados até os primeiros dias de novembro.
Horário de verão pode voltar no Brasil?
Conforme mencionado anteriormente, o Brasil optou por abolir o horário de verão em 2019 depois que pesquisas revelaram que os benefícios no consumo de energia eram mínimos. Além disso, a prática prejudicou gravemente o sono e a saúde da população.
Embora a possibilidade de retomada seja analisada anualmente, representantes do país não demonstram interesse em restabelecer o horário de verão, o que mantém em vigor a decisão tomada em 2019.
É importante destacar que o atual cenário de segurança energética afasta a necessidade de adoção do horário de verão. Além disso, a medida segue dividindo a opinião pública, não havendo consenso quanto ao seu restabelecimento.






