A Nissan inicia uma nova fase na Argentina, encerrando sua produção local e se despedindo da atuação direta como fabricante no país. Depois de anos com operação própria, a montadora japonesa decidiu mudar a forma de atuar no país.
Com essa mudança, quem passa a assumir a operação da marca são dois grupos argentinos: o Grupo SIMPA, que ficará com a maior parte da gestão, e o Grupo Tagle, que também terá participação no negócio. Juntos, eles serão responsáveis por cuidar de toda a operação comercial da Nissan na Argentina, incluindo vendas, marketing, distribuição e atendimento ao cliente.
Essa nova forma de atuação não é inédita, já que a Nissan volta a um modelo que já acontecia antes de 2015. Ele é mais simples, baseado em parceiros locais.
Marca seguirá ativa
Mesmo deixando de produzir veículos na Argentina, essa mudança representa mais uma adaptação e a Nissan não está abandonando totalmente o país. A marca seguirá ativa por meio dos grupos argentinos, mantendo sua relação com os consumidores e sua participação no mercado.
Impactos no mercado local
A saída da Nissan da produção direta traz mudanças, já que, por um lado, empresas locais tendem a ter mais agilidade para lidar com o mercado argentino, mas por outro, o fim da fabricação levanta dúvidas sobre empregos e o impacto na cadeia automotiva do país.






