A mudança de patrocinador de Neymar em 2020 marcou uma das maiores reviravoltas comerciais da história do futebol. Naquele ano, o craque brasileiro deixou a Nike, marca com a qual tinha forte identificação desde o início da carreira, para assinar com a alemã Puma. O novo contrato chamou atenção pelo valor astronômico, estimado em cerca de R$ 158 milhões por ano.
O rompimento com a Nike aconteceu de forma antecipada, oito anos antes do fim previsto do vínculo. A empresa norte-americana alegou que a rescisão ocorreu após o jogador não colaborar com uma investigação interna sobre uma denúncia de assédio sexual envolvendo uma funcionária, referente a um episódio de 2016.
O caso ganhou repercussão internacional e ajudou a explicar o fim abrupto de uma parceria que durava anos. Por outro lado, a equipe de Neymar negou as acusações e afirmou que a saída foi motivada por questões comerciais. Segundo a assessoria do atleta, a denúncia era falsa e não teve relação direta com o encerramento do contrato.
Além disso, já existiam relatos de desgaste entre as partes, incluindo restrições impostas pela Nike ao comportamento do jogador, como a proibição de rasgar os meiões durante a Copa do Mundo de 2018. Após a saída, Neymar rapidamente fechou com a Puma, iniciando uma nova fase fora da marca que sempre demonstrou carinho ao longo da carreira.
Após discussão, Neymar se desculpa e promete foco total no futebol
O atacante Neymar veio a público pedir desculpas após a discussão com um torcedor do Santos, episódio que aconteceu depois de um jogo na Vila Belmiro. Em publicação nas redes sociais, o camisa 10 reconheceu o erro e admitiu que não deveria ter reagido daquela forma diante das críticas.
Na mesma mensagem, o jogador garantiu mudança de postura daqui para frente, afirmando que não irá mais responder provocações e que pretende se concentrar exclusivamente dentro de campo. “Só jogarei futebol”, prometeu o craque, tentando encerrar a polêmica e retomar o foco em ajudar o Santos na sequência da temporada.






