No domingo (1º), a Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de uma manifestação bolsonarista intitulada “Acorda Brasil”, com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O ato foi convocado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e reuniu aliados e apoiadores ao longo da tarde na região central da capital paulista.
Segundo estimativas do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), a manifestação contou com cerca de 20,400 pessoas no seu momento de maior concentração, por volta das 15h53.
Essa metodologia de contagem usou imagens aéreas capturadas por drones e análise por inteligência artificial para identificar e marcar indivíduos, com margem de erro de cerca de 12% — o que coloca o público estimado entre aproximadamente 18 mil e 22,900 participantes.
Outros levantamentos apresentam números um pouco diferentes. Por exemplo, o site Poder360 estimou a presença de cerca de 22,800 pessoas na Paulista no mesmo dia, a partir de fotos aéreas analisadas com técnicas de mapeamento de área ocupada, o que sugere variações conforme o método utilizado para contabilizar os presentes.
Em síntese, apesar de diferenças nos cálculos, as principais estimativas independentes apontam que o ato bolsonarista no último domingo reuniu algo em torno de 20 mil a pouco mais de 22 mil pessoas na Avenida Paulista, o que o torna uma mobilização de menor porte se comparado a algumas manifestações de anos anteriores em São Paulo.
Governador não marcou presença em ato
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não compareceu à manifestação, pois está na Alemanha cumprindo compromissos oficiais, com agenda de palestras e visitas técnicas. Michelle Bolsonaro também não participou do ato.
Estiveram presentes no ato diversas lideranças políticas, entre elas o senador Flávio Bolsonaro (PL), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o deputado federal Guilherme Derrite (Progressistas), os governadores Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás), além do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.






