O piso salarial dos professores da rede pública da educação básica teve um reajuste de 6,27%. Com a nova regra, nenhum docente poderá receber menos de R$ 4.867,77 mensais para uma carga horária de 40 horas semanais. A atualização foi definida pelo Ministério da Educação e oficializada em janeiro de 2025, no Diário Oficial da União.
O cenário, porém, pede atenção: de acordo com o MEC, os salários dos professores são responsabilidade das redes de ensino, por isso cada estado e município deve regulamentar o valor por meio de norma própria. O pagamento é feito com recursos do Fundeb, fundo que financia a educação a partir de verbas dos governos federal, estaduais e municipais.
O aumento superou a inflação oficial do último ano, de 4,83%, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Desde 2008, a legislação determina que o piso seja reajustado anualmente como forma de valorizar a carreira docente. Pela regra, o valor definido corresponde à remuneração mínima para professores com formação em nível médio.
Anualmente, o MEC é responsável por calcular o índice de reajuste e divulgar, por meio de portaria, os novos valores previstos em lei. O cálculo do piso segue a variação do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAF mínimo), definido na terceira atualização do Fundeb, conforme determina a legislação.
O salário mínimo dos professores no Brasil
📌 O piso salarial nacional dos professores da educação básica pública é o valor mínimo que deve ser pago aos docentes com formação em nível médio, em jornada de 40 horas semanais.
📌 Em 2025, o piso foi reajustado em 6,27%, chegando a R$ 4.867,77.
📌 O cálculo do reajuste é feito anualmente pelo MEC, com base no crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAF mínimo) do Fundeb.
📌 O piso é obrigatório, mas cada estado e município precisa regulamentar e publicar norma própria para oficializar o valor.
📌 O pagamento é financiado com recursos do Fundeb, complementado por verbas federais, estaduais e municipais.
📌 O objetivo do piso é valorizar a carreira docente e reduzir desigualdades salariais entre redes de ensino.






