Os supermercados de Goiás têm até o dia 15 de maio como prazo final para definir, junto aos sindicatos, se irão manter o funcionamento aos domingos e também em três feriados específicos. A decisão depende da formalização de acordos coletivos entre empresas e trabalhadores, o que tem intensificado as negociações no estado nas últimas semanas e mobilizado todo o setor.
A discussão envolve diretamente regras trabalhistas que condicionam a abertura nessas datas à existência de convenções coletivas válidas. Sem esse entendimento formal, os estabelecimentos podem ser impedidos de operar, o que representa uma mudança significativa na rotina do comércio supermercadista goiano, tradicionalmente ativo aos fins de semana.
O adiamento do prazo foi justamente uma tentativa de dar mais tempo para que as partes cheguem a um consenso. Ainda assim, há preocupação entre empresários, que temem perdas no faturamento caso as lojas sejam obrigadas a fechar, especialmente em dias de maior movimento, como os domingos.
Do outro lado, representantes dos trabalhadores defendem a necessidade de garantir direitos e melhores condições para a categoria, o que mantém as negociações em andamento até a data limite. A expectativa é de que um acordo seja firmado até 15 de maio para evitar impactos tanto no funcionamento dos supermercados quanto na rotina dos consumidores no estado.
Impasse envolve feriados e pode mudar rotina de consumo no estado
Além dos domingos, as negociações em Goiás também abrangem o funcionamento dos supermercados em três feriados específicos, o que amplia o impacto das decisões em debate. A possibilidade de fechamento nessas datas acende um alerta não apenas para o setor, mas também para consumidores, que podem ter que se adaptar a uma nova dinâmica de compras.
Com o prazo de 15 de maio se aproximando, a tendência é de intensificação nas tratativas entre empresários e sindicatos. O desfecho das negociações será determinante para definir como ficará o funcionamento do setor nas próximas semanas, influenciando diretamente tanto a economia local quanto o dia a dia da população.






