Milhões de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aguardam a confirmação do calendário do 13º salário em 2026. Nos últimos anos, o Governo Federal tem antecipado o pagamento do abono anual, medida que reforça o orçamento das famílias e movimenta bilhões de reais na economia.
Com o salário mínimo fixado em R$ 1.621, os valores pagos aos aposentados e pensionistas também foram reajustados. Quem recebe o teto previdenciário, atualmente em R$ 8.475,55, igualmente tem direito ao benefício.
Pagamento em duas parcelas
Tradicionalmente, o 13º do INSS é depositado em duas etapas. A primeira parcela, equivalente a 50% do valor bruto do benefício, costuma ser paga sem descontos e pode ser liberada entre abril e maio, caso o governo mantenha o padrão adotado desde 2020.
Já a segunda parcela, prevista para maio ou junho, inclui os descontos obrigatórios, como o Imposto de Renda para quem ultrapassa a faixa de isenção. Em 2026, a regra tributária prevê isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, o que deve beneficiar a maior parte dos segurados.
Quem tem direito ao abono
Recebem o 13º salário os segurados que tiveram direito a aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, salário-maternidade ou auxílio-reclusão. O valor é proporcional ao período em que o benefício esteve ativo.
Ficam de fora os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) e da Renda Mensal Vitalícia (RMV), já que esses programas assistenciais não incluem o pagamento do abono.
Como é feito o cálculo
O cálculo é automático e realizado pelo próprio INSS. Quem recebeu o benefício durante os 12 meses do ano tem direito ao valor integral, equivalente a um pagamento mensal. Já quem começou a receber ao longo de 2026 terá o 13º proporcional ao número de meses de concessão.
A expectativa agora gira em torno da confirmação oficial do calendário.






