A partir de 18 de março, milhões de famílias começam a receber uma nova parcela do Bolsa Família. O valor base é de R$ 600, mas dependendo da composição familiar, esse número pode aumentar.
O benefício é disponibilizado conforme o dígito final do Número de Identificação Social (NIS), respeitando o calendário oficial do programa. Beneficiários com NIS final 1 abrem o cronograma, enquanto os de final 0 recebem nos dias finais da programação. Os débitos são efetuados pela Caixa nos últimos dias úteis do mês.
O dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, mas também é possível realizar saques em caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes autorizados.
Regras para ter acesso ao benefício
O programa reforça o orçamento de famílias em situação de vulnerabilidade e com renda mensal de até R$ 218 por pessoa. Para entrar no programa, é feita a soma de todos os rendimentos da casa dividida pelo número de moradores.
Também é obrigatório estar inscrito no CadÚnico, com informações atualizadas. A análise dos dados é feita pelo governo federal, que define se a família se encaixa ou não.
Complementos aumentam o valor final
O programa também prevê adicionais conforme a composição familiar. Crianças de até seis anos asseguram um acréscimo de R$ 150 cada. Gestantes, jovens entre 7 e 17 anos e bebês de até seis meses garantem um adicional de R$ 50 por integrante. Com esses complementos, o valor total pode ultrapassar os R$ 600 mensais.






