A Caixa Econômica Federal realiza nesta terça-feira (24) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família para os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 7. O depósito segue o calendário regular do programa, organizado de acordo com o final do NIS. As informações são da Agência Brasil.
Embora o valor mínimo garantido seja de R$ 600 por família, a quantia média recebida neste mês chega a R$ 690,01, considerando os adicionais previstos. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa alcança, em fevereiro, 18,84 milhões de lares em todo o país, com repasse total estimado em R$ 13 bilhões.
Adicionais elevam valor do benefício
Além da parcela básica, o Bolsa Família prevê pagamentos extras conforme a composição familiar. Mães de bebês de até seis meses recebem o Benefício Variável Familiar Nutriz, com seis parcelas de R$ 50 para reforçar a alimentação da criança.
Há ainda um acréscimo de R$ 50 destinado a gestantes e mulheres que amamentam. Famílias com crianças de até 6 anos contam com adicional de R$ 150 por filho nessa faixa etária. Já para dependentes entre 7 e 18 anos, o valor extra é de R$ 50 por integrante.
Os beneficiários podem consultar datas, valores e detalhamento das parcelas pelo aplicativo Caixa Tem, que também permite movimentar a conta poupança digital.
Pagamento antecipado em cidades afetadas
Em 171 municípios de oito estados, o pagamento foi unificado e antecipado, independentemente do final do NIS. A medida contemplou cidades atingidas por estiagem ou chuvas intensas, além de localidades com populações indígenas em situação de vulnerabilidade. Entre os estados atendidos estão Rio Grande do Norte, Bahia, Paraná, Sergipe, Roraima, Amazonas, Piauí e Santa Catarina.
Regra de proteção mantém parte do auxílio
Cerca de 2,51 milhões de famílias permanecem enquadradas na chamada regra de proteção. Nesses casos, quem conseguiu emprego e aumentou a renda pode continuar recebendo 50% do valor do benefício, desde que cada integrante tenha rendimento de até meio salário mínimo.
Para famílias que ingressaram nessa fase a partir de junho de 2025, o período foi reduzido para um ano. Quem entrou até maio mantém o direito por até dois anos.






