O cantor Jay-Z completou 56 anos na última quinta-feira (4), vivendo o auge de sua fortuna e de seu estilo de luxo discreto ao lado de Beyoncé (44). O rapper e empresário, nascido Shawn Carter, foi apontado pela Forbes como o músico mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em US$ 2,5 bilhões.
Jay-Z comemorou o novo ano de vida em uma das residências mais exclusivas dos Estados Unidos: uma mansão de aproximadamente US$ 100 milhões, localizada em Bel Air, Los Angeles. Mesmo sem turnês frequentes ou lançamentos constantes, o artista construiu um império bilionário ao diversificar seus investimentos.
Ele é proprietário da Roc Nation, empresa de entretenimento que gerencia carreiras de grandes nomes da música e do esporte — incluindo o brasileiro Vinícius Júnior (25). O rapper também é coproprietário de marcas de bebidas de luxo, como o champanhe Armand de Brignac e o conhaque D’Ussé, além de ter lucrado milhões com investimentos iniciais em empresas como Uber e Block.
E, enquanto seu patrimônio segue em expansão, a estratégia imobiliária do casal também chama atenção. A famosa mansão em Bel Air, adquirida à vista em 2017 por US$ 88 milhões, tornou-se um símbolo de discrição e poder — mas também de custos elevados.
Em julho deste ano, veículos internacionais revelaram que Beyoncé e Jay-Z contrataram uma nova hipoteca de US$ 57,75 milhões para a mansão, em acordo firmado com o private banking do Morgan Stanley. O imóvel já contava com um financiamento anterior, posteriormente refinanciado pelo Goldman Sachs.
De acordo com as reportagens, o casal estaria enfrentando custos elevados de imposto predial, estimados em mais de US$ 1,2 milhão ao ano. Considerando o novo financiamento e as taxas, as despesas mensais ligadas à propriedade chegam a cerca de US$ 637 mil — um valor que, para os bilionários, parece integrar uma estratégia calculada de investimento, e não simplesmente de ostentação.






