O abacate se firmou na mesa dos brasileiros, presente em vitaminas, saladas e no tradicional guacamole. Nutritivo e versátil, o fruto também impulsiona a economia paulista. Na Região Metropolitana de Campinas, considerada a capital do abacate, a produção chega a cerca de 85 mil toneladas por ano, segundo o Governo do Estado de São Paulo.
Esse desempenho consolida São Paulo como o maior produtor do país, com mais de 192 mil toneladas colhidas em 2023. A combinação de clima ameno, solos férteis e uso de tecnologias modernas explica o resultado. Composta por 21 municípios, a região consegue conciliar indústria e atividade rural, tendo o abacate como um dos principais destaques do agronegócio.
Jardinópolis, no interior de São Paulo, lidera a produção nacional, com cerca de 8,6 mil toneladas por ano, segundo o IBGE. Com aproximadamente 47 mil habitantes, o município tem na fruta um importante motor da economia local. A produção abastece tanto o mercado interno quanto o externo, com destaque para as variedades Hass, Breda e Ouro Verde.
Com números expressivos e presença crescente nos mercados, o abacate deixou de ser apenas um alimento popular para se tornar símbolo de força econômica no interior paulista. A produção concentrada na Região Metropolitana de Campinas e em municípios como Jardinópolis mostra como o agronegócio, aliado à tecnologia e às condições naturais favoráveis, transforma cidades e gera renda.
Produção que gera empregos e ganha o mundo
Além do volume expressivo, a cadeia do abacate tem papel relevante na geração de empregos e renda em diversas cidades paulistas. Do cultivo à colheita, passando pela logística e pela comercialização, milhares de trabalhadores dependem diretamente da fruta, que fortalece a economia regional e estimula investimentos no campo.
Outro ponto de destaque é a presença do abacate paulista no mercado internacional. A qualidade do produto, aliada ao aumento da demanda por alimentos saudáveis, tem ampliado as exportações e colocado o estado em posição estratégica no comércio externo, reforçando o potencial de crescimento da cultura nos próximos anos.






