O Real Brasília, único representante do Distrito Federal no Brasileirão Feminino, a principal competição da modalidade no país, anunciou nas redes sociais que não disputará a edição de 2026 do torneio. De acordo com o clube, a saída do patrocinador master tornou inviável a participação da equipe na competição.
O Banco de Brasília (BRB) decidiu não renovar o patrocínio com o clube, o que foi determinante para a decisão. Em nota oficial, o Real Brasília — que vinha lutando contra o rebaixamento nas últimas temporadas — ressaltou a trajetória construída pela equipe feminina desde 2019, mas afirmou que o clube enfrenta um “impasse insuperável”.
A saída do Real Brasília do Brasileirão Feminino coloca um ponto final melancólico em uma sequência de temporadas marcadas por lutas contra o rebaixamento e presença nas últimas posições da tabela. A última campanha de destaque da equipe do Distrito Federal aconteceu em 2022, quando encerrou a primeira fase na quinta colocação.
Com a desistência do time do Distrito Federal, a vaga ficará com o Vitória, que encerrou a Série A2 de 2025 na quinta colocação. Na última quarta-feira (7), o clube baiano confirmou que assumirá o posto na elite do futebol feminino nacional. De acordo com o Leão da Barra, a decisão segue os critérios e regulamentos definidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Os clubes que irão disputar a Série A do Brasileirão Feminino
- Bahia: Bahia e Vitória;
- Minas Gerais: América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro;
- Rio de Janeiro: Botafogo, Flamengo e Fluminense;
- Rio Grande do Sul: Grêmio, Internacional e Juventude;
- São Paulo: Corinthians, Ferroviária, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo.





