Enquanto o Brasil aguarda a próxima convocação da seleção para a Copa do Mundo de 2026, o nome de Neymar volta ao centro do debate. Após a eliminação do Santos Futebol Clube no Campeonato Paulista, o atacante ganhou menos oportunidades em campo para convencer o técnico Carlo Ancelotti de que merece retornar à equipe nacional.
A expectativa em torno de Neymar cresce à medida que a Copa se aproxima. O jogador busca retomar protagonismo e sequência de jogos, tentando recuperar espaço na seleção brasileira em um momento de reformulação e alta competitividade no elenco. Para muitos torcedores, sua experiência em Mundiais pode pesar a favor em uma eventual convocação.
Enquanto isso, na Argentina, outro astro vive situação curiosa fora das quatro linhas. O nome de Lionel Messi se tornou tão popular em sua cidade natal, Rosário, que autoridades locais aprovaram regra impedindo que “Messi” seja registrado como primeiro nome de crianças. A medida segue normas que proíbem o uso de sobrenomes como prenome nos cartórios argentinos.
O contraste chama atenção: de um lado, o Brasil discute se Neymar estará na Copa; de outro, o impacto cultural de Messi é tão grande que seu sobrenome virou alvo de regulamentação civil. Dois dos maiores nomes do futebol mundial seguem influenciando não apenas dentro de campo, mas também na cultura e no cotidiano de seus países.
Parceria histórica na Europa marcou era de títulos
Neymar e Lionel Messi foram companheiros de equipe no FC Barcelona entre 2013 e 2017, período em que formaram, ao lado de Luis Suárez, um dos trios ofensivos mais temidos do futebol mundial. Juntos, conquistaram títulos importantes, incluindo a Liga dos Campeões da Europa de 2014/15, além de campeonatos nacionais e copas.
Anos depois, os dois voltaram a atuar lado a lado no Paris Saint-Germain, a partir de 2021. A reunião reacendeu a expectativa dos torcedores e manteve a amizade entre os craques em evidência, embora o clube francês não tenha alcançado o principal objetivo de conquistar a Liga dos Campeões durante o período em que dividiram o vestiário novamente.






