A legislação de trânsito da Argentina define de forma objetiva os limites de velocidade, que variam conforme o tipo de via. Nas áreas urbanas, a permissão costuma ficar entre 40 e 70 km/h, levando em conta o maior fluxo de pedestres e veículos.
Já nas rodovias, os limites são mais altos: de 80 a 90 km/h em estradas de pista simples e de 100 a 130 km/h em vias duplicadas. Esses patamares colocam o país em linha com outras nações que autorizam velocidades superiores em rodovias com melhor infraestrutura.
No Brasil, as vias urbanas geralmente têm limites entre 40 e 60 km/h. Já nas rodovias, a velocidade permitida varia de 80 a 100 km/h nas pistas simples e pode chegar a 110 km/h nas vias duplicadas. Já em alguns países europeus, como Itália e Alemanha, os limites são ainda mais elevados.
As autoestradas italianas autorizam até 130 km/h, patamar semelhante ao adotado na Argentina, enquanto na Alemanha há trechos das Autobahnen sem limite máximo obrigatório, apenas com a recomendação de velocidade de 130 km/h.
Argentina adota parâmetros semelhantes aos de países europeus
A elevação do limite de velocidade nas vias duplicadas reforça a estratégia da Argentina de alinhar sua legislação de trânsito a padrões internacionais, especialmente os adotados em países com rodovias modernas e bem estruturadas. A autorização para trafegar a até 130 km/h considera fatores como qualidade do asfalto, sinalização adequada e maior separação entre os fluxos de veículos.
Especialistas destacam que, nesses casos, o limite mais elevado não significa liberação irrestrita. A fiscalização segue rigorosa, e os motoristas devem respeitar condições climáticas, fluxo de tráfego e regras específicas de cada trecho. O descumprimento pode resultar em multas severas, perda de pontos na habilitação e outras penalidades previstas em lei.






