O Flamengo voltou a colocar o nome de Luiz Henrique no radar e admitiu publicamente que acompanha a situação do atacante brasileiro que atualmente defende o Zenit, da Rússia. Nesta quinta-feira (14), o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, revelou que o clube monitora possíveis oportunidades de mercado e não descarta uma investida futura pelo jogador.
Segundo o dirigente, o Flamengo está satisfeito com o elenco atual, mas mantém atenção constante a atletas que despertam interesse interno. Bap explicou que muitos nomes observados pelo clube ainda estão fora da realidade financeira rubro-negra neste momento, principalmente jogadores valorizados no futebol europeu.
Luiz Henrique vive valorização desde a temporada histórica pelo Botafogo em 2024, quando conquistou o Campeonato Brasileiro e a Libertadores. Revelado pelo Fluminense, o atacante foi negociado com o Zenit por cerca de 35 milhões de euros, valor que ultrapassava R$ 220 milhões na época. Desde então, o clube russo passou a tratar o brasileiro como uma de suas principais peças.
Atualmente, o Zenit exige aproximadamente 50 milhões de euros, valor próximo de R$ 292 milhões na cotação atual, para aceitar negociar o atacante. A pedida é considerada extremamente alta para os padrões do futebol brasileiro, o que faz o Flamengo adotar cautela. Internamente, a diretoria entende que uma eventual contratação só seria possível diante de mudanças importantes no cenário da negociação.
Zenit aguarda valorização de Luiz Henrique antes de negociar atacante
O Zenit mantém a pedida milionária por Luiz Henrique porque acredita que o atacante ainda pode se valorizar nos próximos meses, principalmente caso seja convocado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Internamente, o clube russo entende que o torneio pode servir como uma enorme vitrine internacional para o jogador.
A expectativa em torno do atacante cresceu às vésperas da convocação oficial da Confederação Brasileira de Futebol. A lista definitiva será divulgada na próxima segunda-feira (18), durante evento marcado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.






