A TV Globo confirmou oficialmente seu retorno à cobertura da Fórmula 1 a partir de 2026, lançando um pacote comercial robusto que já conta com três grandes patrocinadores: Chevrolet, Heineken e Santander. Cada cota foi negociada por mais de R$ 125 milhões, garantindo à emissora um faturamento inicial estimado em R$ 375 milhões.
Para dar início às ações promocionais, a Globo apresentou uma réplica de um carro de F1 estampada com as marcas dos patrocinadores na sede da emissora em São Paulo, reforçando tanto sua estratégia de posicionamento quanto o peso do investimento das empresas envolvidas.
Os contratos integram um plano comercial abrangente que contempla todas as plataformas do Grupo Globo — TV aberta, canais por assinatura, streaming e meios digitais. A partir de 2026, a emissora será a única no Brasil com autorização para transmitir a Fórmula 1, assumindo o lugar da Band, responsável pelos direitos desde 2021.
A divisão da cobertura ficará organizada da seguinte maneira:
TV Globo: exibirá 15 corridas ao vivo e apresentará 9 edições em formato de compactos com os melhores momentos.
SporTV: transmitirá integralmente todas as etapas da temporada, incluindo 24 GPs, 6 provas sprint, 24 sessões classificatórias e 60 treinos.
Globoplay: disponibilizará todas as corridas tanto ao vivo quanto sob demanda.
Programa semanal: será apresentado às sextas-feiras que antecedem cada GP, trazendo análises, comentários e bastidores da competição.
Lando Norris pode ser campeão mundial nesta semana
A Fórmula 1 chega à penúltima etapa da temporada 2025 totalmente indefinida. Após a vitória de Max Verstappen e as desclassificações da McLaren em Las Vegas, Lando Norris assume a ponta do campeonato com 390 pontos — 24 a mais que Oscar Piastri e o tetracampeão da RBR.
O cenário é direto: para garantir o título no Circuito Internacional de Lusail, o britânico da McLaren precisa somar pelo menos dois pontos a mais que Piastri e Verstappen ao longo de todo o fim de semana. Cumprindo essa condição, Norris deixará o Catar com uma vantagem mínima de 26 pontos sobre ambos, tornando-se inalcançável na última prova do ano, em Abu Dhabi.






