Nos últimos dias, comentários feitos por um empresário conhecido nas redes sociais levantaram dúvidas entre consumidores e apoiadores. A forma como ele se posicionou gerou a impressão de que uma decisão mais dura poderia ser tomada dentro de suas próprias lojas.
A reação do público foi imediata, com especulações sobre boicote, retirada de produtos e até mudanças na estratégia comercial da rede. Diante do barulho nas redes, a principal pergunta passou a ser se as críticas se transformaram, de fato, em alguma proibição.
O que Luciano Hang disse sobre a Havaianas
O empresário Luciano Hang, dono da rede Havan, fez publicações críticas à marca Havaianas em suas redes sociais. As mensagens chamaram atenção pelo tom irônico e por associarem a marca a uma polêmica recente envolvendo um comercial publicitário.
Em uma das postagens, feitas em 22 de dezembro, Hang comentou que a Havaianas seria “o maior mico de 2025” e brincou que quem ganhasse um par no Natal poderia ser alvo de zoação. Em outra publicação, afirmou que, durante o verão, preferiria usar chinelos de outra marca, como a Ipanema.
As declarações aconteceram em meio à repercussão de um comercial da Havaianas com a atriz Fernanda Torres, que gerou debates intensos nas redes sociais. A campanha dividiu opiniões e motivou críticas por parte de grupos alinhados à direita, que passaram a se manifestar contra a marca.
Produtos continuam à venda nas lojas da Havan
Apesar do tom crítico adotado nas redes, Luciano Hang não determinou a retirada dos produtos da Havaianas das lojas da Havan. Mesmo após as declarações, os chinelos da marca seguiram disponíveis para compra normalmente em unidades da rede.
Na sexta-feira, dia 26, por exemplo, ainda era possível encontrar dezenas de pares de Havaianas expostos à venda em uma loja localizada na Avenida de Santa Bárbara d’Oeste. A manutenção dos produtos no estoque mostra que, até o momento, não houve qualquer ordem oficial de boicote ou suspensão das vendas.
Enquanto alguns apoiadores do empresário chegaram a descartar chinelos da marca em protesto, a postura adotada pela Havan foi diferente. A rede manteve a comercialização dos produtos, separando as opiniões pessoais de Hang das decisões comerciais da empresa.






