Um tema curioso voltou a circular entre entusiastas de astronomia e astrologia em 2025: a ideia de um novo “13º signo” do zodíaco, situado entre Sagitário e Escorpião. Essa constelação recebe o nome de Ofiúco, ou Serpentário, e está localizada no céu real entre as duas, sendo atravessada pelo caminho aparente do Sol ao longo do ano.
Ofiúco é uma constelação reconhecida oficialmente pela astronomia e aparece entre Escorpião e Sagitário no céu, sendo cruzada pelo Sol aproximadamente entre os dias 29 de novembro e 17 de dezembro. Esse fato levou muitas publicações e redes sociais a afirmar que o zodíaco teria ganhado um novo signo, já que tradicionalmente existem doze.
No entanto, é importante entender que essa mudança é astronômica, não astrológica. A astronomia moderna reconhece Ofiúco como uma das constelações que a eclíptica — o caminho que o Sol parece fazer — cruza ao longo do ano.
Mas no sistema astrológico ocidental, que é amplamente usado para definir os signos de personalidade e horóscopos, os doze signos tradicionais são mantidos porque essa tradição simbólica foi estabelecida há milênios e não corresponde exatamente às fronteiras reais das constelações no céu.
Por isso, mesmo que em termos de observação celeste exista essa 13ª constelação, ela não altera oficialmente o calendário dos signos usados na astrologia ocidental. O zodíaco simbólico continua dividido em doze partes iguais relacionadas às estações do ano, e o “novo signo” de Ofiúco fica mais como uma curiosidade científica e cultural.
Signo: Ofiúco e a diferença entre astronomia e astrologia
A constelação de Ofiúco, conhecida como Serpentário, é oficialmente reconhecida pela astronomia e faz parte do caminho aparente do Sol pelo céu, chamado eclíptica. Isso significa que, entre 29 de novembro e 17 de dezembro, o Sol cruza essa região, dando origem à ideia de um “13º signo”. No entanto, essa classificação é científica e não altera a divisão simbólica do zodíaco.
Na astrologia ocidental, os signos são definidos de forma simbólica e divididos em doze partes iguais, relacionadas às estações do ano, e não às constelações reais. Por isso, mesmo com a existência de Ofiúco, os horóscopos e mapas astrais continuam usando o sistema tradicional, mantendo a tradição e a interpretação que se consolidou ao longo dos séculos.






