A partir de 21 de novembro, todos os pedidos de novos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passarão a exigir comprovação biométrica. A medida, criada para reforçar o combate a fraudes, não afetará os benefícios que já estão ativos.
Segundo o INSS, a expansão do cadastro biométrico para os demais beneficiários ocorrerá de forma gradual e sem bloqueios automáticos. Caso seja necessária a atualização da biometria, o segurado será avisado diretamente pelo instituto, que enviará um comunicado prévio orientando sobre os procedimentos e a necessidade de emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN), quando aplicável.
De acordo com o INSS, as alterações fazem parte de um processo de modernização destinado a assegurar que os benefícios sejam pagos apenas a quem realmente tem direito. A nova regulamentação também estabelece algumas exceções em que o cadastramento biométrico não será obrigatório. São elas:
Enquanto o poder público não oferecer alternativas para o público abaixo:
Pessoas com mais de 80 anos;
Pessoas com dificuldade de deslocamento por motivo de saúde (com comprovação);
Moradores de áreas de difícil acesso (como comunidades ribeirinhas atendidas pelo PREVBarco);
Migrantes em situação de refúgio e apátridas;
Residentes no exterior.
Temporariamente, para quem solicitar os seguintes benefícios até 30 de abril de 2026:
Pessoas que requererem salário maternidade;
Pessoas que requererem benefício por incapacidade temporária;
Pessoas que requererem pensão por morte;
Modernização do atendimento e etapas para o novo cadastro biométrico
A implementação da biometria marca uma fase de modernização no atendimento do INSS, trazendo mais segurança e precisão na identificação dos segurados. O objetivo é reduzir fraudes e tornar o processo de concessão de benefícios mais confiável, evitando pagamentos indevidos e garantindo que os recursos públicos sejam utilizados de forma correta.
Além disso, a adoção do novo sistema deve facilitar futuras verificações cadastrais, tornando-as mais rápidas e eficientes. Para os segurados, a mudança representa a necessidade de atenção redobrada às orientações do instituto. A recomendação é manter documentos atualizados e aguardar as instruções do INSS, que garantirá suporte durante toda a transição.






