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Trump assinou decreto importante sobre uso de maconha

Por Caio César Gomes
09/01/2026
Trump reinstitui tarifas enquanto China amplia fatia do comércio

Foto: Joyce N. Boghosian/White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (18) uma ordem que recomenda a flexibilização das regras federais sobre a maconha. O documento orienta o procurador-geral a acelerar o processo de reclassificação da substância, o que pode colocá-la em uma categoria considerada menos perigosa, ao lado de analgésicos amplamente utilizados.

Atualmente, a maconha possui a mesma classificação federal que heroína e ecstasy, drogas vistas como de alto potencial de abuso e sem uso médico reconhecido. A eventual reclassificação pode alterar esse enquadramento. Segundo autoridades, a medida busca ampliar as pesquisas científicas sobre a droga e seus derivados.

A iniciativa é considerada uma das mudanças federais mais significativas sobre o tema em décadas. Seus efeitos podem alcançar toda a cadeia do setor, com potencial para reduzir punições criminais, ampliar investimentos em pesquisa e facilitar o acesso de empresas a bancos e investidores.

Apesar disso, o uso recreativo da maconha continuará ilegal em nível federal. As normas seguem variando conforme a legislação estadual — atualmente, 24 dos 50 estados já autorizaram o consumo. A maconha é a droga ilícita mais utilizada tanto no mundo quanto nos Estados Unidos, onde quase um em cada cinco adultos afirma usar a substância ao menos uma vez por ano.

Reclassificação pode mudar cenário legal e científico

A possível mudança no enquadramento da maconha representa um passo importante para rever políticas antidrogas adotadas há décadas nos Estados Unidos. Ao retirar a substância da lista das drogas consideradas mais perigosas, o governo abre espaço para uma abordagem mais focada em ciência, saúde pública e regulação, em vez de apenas repressão.

Especialistas apontam que a reclassificação pode impulsionar pesquisas médicas, ampliar o desenvolvimento de medicamentos à base de cannabis e reduzir entraves legais que hoje limitam estudos científicos. Ainda assim, o tema segue cercado de debates políticos e sociais, sobretudo em relação aos impactos no sistema de justiça e na legislação federal.

Caio César Gomes

Caio César Gomes

Jornalista por formação (Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP), apaixonado por contar boas histórias.

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