O Brasil encarou a Croácia em seu último amistoso preparatório antes da convocação final para a Copa do Mundo e venceu por 3 a 1, com gols de Danilo, Igor Thiago e Martinelli. No entanto, quem mais chamou atenção foi o jovem Endrick que, mesmo entrando nos minutos finais, sofreu um pênalti e ainda contribuiu com uma assistência.
A boa atuação do atacante, atualmente defendendo as cores do Lyon por empréstimo do Real Madrid, reascendeu um velho debate: Endrick e Carlo Ancelotti não se dão bem? A polêmica vem desde os tempos que o italiano comandava o jogador no clube espanhol. Por lá, Endrick raramente ganhava oportunidades com o experiente treinador.
O próprio Endrick tratou de encerrar a polêmica. Em entrevista ao ge.globo, o atacante garantiu ter um bom relacionamento com Ancelotti. Como exemplo, o jogador revelou que a comissão técnica do treinador passou a chamá-lo de “Bobby”, apelido que recebeu dos companheiros após uma entrevista em que demonstrou admiração pela lenda inglesa Bobby Charlton.
“A gente é muito próximo. Não só com o Ancelotti, mas com o Davide, com o Francesco… A gente tem uma amizade muito boa. Tanto é que eles nem me chamam de Endrick. Me chamam de Bobby. Porque gostam muito de mim”, disse.
Ancelotti admite dúvida após atuação de Endrick
Apesar do destaque na vitória sobre a Croácia, Endrick não foi o escolhido para cobrar o pênalti, decisão explicada por Carlo Ancelotti como parte de uma hierarquia já definida na equipe. O treinador também admitiu que o desempenho do jovem aumentou as dúvidas para a convocação final, reforçando a forte concorrência no setor ofensivo da Seleção Brasileira.
Mesmo assim, Ancelotti fez questão de elogiar a postura e o impacto do atacante em campo, destacando sua capacidade de mudar o jogo em poucos minutos. A atuação diante dos croatas acabou fortalecendo a candidatura de Endrick, que segue ganhando espaço e colocando pressão na disputa por uma vaga na Copa do Mundo.






