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Cientistas estão quase explicando a verdadeira causa do autismo

Por Caio César Gomes
26/12/2025
Brasileiros com autismo podem receber salário mínimo e solicitar saque

Imagem: iStock

Mesmo após décadas de estudos, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda representa um grande desafio para a ciência. Apenas uma pequena parte dos casos tem causas comprovadamente identificáveis por exames, o que favorece o surgimento de teorias equivocadas, desinformação e falsas promessas de cura — especialmente nas redes sociais.

A situação se agrava quando figuras públicas fazem declarações sem base científica. Em setembro, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o uso de paracetamol durante a gravidez “causaria” autismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a fala como incorreta, e o Ministério da Saúde do Brasil também repudiou a alegação.

De acordo com o Censo de 2022 do IBGE, cerca de 2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de TEA. Globalmente, a prevalência é de aproximadamente 1 a cada 127 pessoas. Apesar disso, a desinformação se espalha rapidamente: pesquisadores já identificaram cerca de 150 falsas causas atribuídas ao transtorno e outras 150 supostas “curas” sem base científica.

A ciência, porém, avançou consideravelmente. Teorias antigas, como a polêmica ideia da “mãe-geladeira” dos anos 1950, foram descartadas após estudos rigorosos. Um marco importante ocorreu em 1977, com pesquisas envolvendo gêmeos, que demonstraram a forte influência genética no desenvolvimento do TEA.

Atualmente, estima-se que entre 20% e 25% dos casos de TEA envolvam mutações genéticas raras, embora nenhuma delas seja comum a todos os indivíduos autistas. O modelo mais aceito é o poligênico e multifatorial, que combina predisposição genética com fatores ambientais, como idade avançada dos pais, infecções durante a gestação e complicações obstétricas.

As orientações atuais enfatizam a importância do diagnóstico clínico precoce, geralmente entre 14 e 16 meses, com avaliações complementares conforme necessário. A categorização dos níveis de suporte não é indicada para bebês, já que as necessidades evoluem ao longo do desenvolvimento da criança.

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Caio César Gomes

Caio César Gomes

Jornalista por formação (Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP), apaixonado por contar boas histórias.

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