O Itaú, maior banco privado do país, surpreendeu ao comunicar um número ainda não confirmado de demissões, justificadas por uma “revisão criteriosa de condutas relacionadas ao trabalho remoto e registro de jornada”. Em outras palavras, a instituição decidiu desligar funcionários avaliando seu desempenho enquanto atuavam em regime remoto.
Apesar da repercussão, especialistas afirmam que as demissões não indicam risco de encerramento das atividades do banco. Cortes de pessoal são comuns em grandes instituições financeiras e, muitas vezes, refletem ajustes estratégicos ou mudanças na forma de operação, como a ampliação do trabalho remoto ou a reestruturação de departamentos.
Além disso, o Itaú mantém uma base sólida de clientes e uma posição de liderança no mercado brasileiro, fatores que garantem estabilidade mesmo diante de ajustes internos. Para investidores e clientes, a recomendação é acompanhar comunicados oficiais e mudanças operacionais, sem entrar em pânico com notícias isoladas sobre desligamentos.
Para os clientes, os desligamentos recentes devem ter impacto mínimo no atendimento e nos serviços oferecidos pelo banco. Eventuais ajustes podem ocorrer em agências específicas, mas não há indícios de interrupções significativas nos serviços.
Resultados financeiros do Itaú em 2025
- Lucro líquido recorrente: R$ 11,5 bilhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 14,3% em relação ao mesmo período de 2024.
- Lucro líquido contábil: R$ 11,27 bilhões no segundo trimestre, o maior já registrado por um banco brasileiro.
- Lucro líquido semestral: R$ 22,6 bilhões no primeiro semestre, um aumento de 14,1% em relação ao ano anterior.
- Rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE): 23,3% no segundo trimestre, superando os concorrentes Santander Brasil (16,4%) e Bradesco (14,6%).






