O empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, afirmou ter sido vítima de crime na madrugada desta segunda-feira, 2 de fevereiro, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. Segundo ele, a megaloja da empresa na cidade foi pichada por volta das 4h15 por um indivíduo ainda não identificado.
Em publicação nas redes sociais, Hang classificou o ato como “absurdo” e criticou a frase deixada na fachada do estabelecimento. O empresário afirmou que a pichação demonstra “mediocridade” e atacou o que chamou de uso de frases prontas por militantes, defendendo que esse tipo de atitude não deve se tornar comum contra propriedades privadas.
O dono da Havan também disse que a pichação foi rapidamente apagada, destacando que a empresa preza pela limpeza, organização e conservação dos espaços. Segundo ele, a ação imediata reflete um padrão que, em sua avaliação, deveria ser adotado em todo o país, com a rápida remoção de danos causados ao patrimônio.
Por fim, Luciano Hang pediu o apoio da população para identificar os responsáveis pelo crime. Ele divulgou um canal de denúncias e solicitou que qualquer informação sobre o autor ou autores da pichação seja repassada pelo telefone 0800 517 0051.
Frases políticas foram deixadas na fachada da loja
De acordo com Luciano Hang, o autor da pichação escreveu as siglas “PCB”, em referência ao Partido Comunista do Brasil, além da frase “Fora Ianques da América” na fachada da megaloja em Chapecó. As mensagens de cunho político chamaram atenção pelo teor ideológico e pelo ataque direto ao patrimônio privado da empresa.
O empresário afirmou que esse tipo de manifestação não justifica atos de vandalismo e reforçou que discordâncias políticas devem ser expressas de forma legal. A pichação foi removida pouco tempo depois do ocorrido, mas o caso segue sendo tratado como crime, com pedido de denúncia para identificação do responsável.





