Frequentemente chamadas de “moldura do rosto”, as sobrancelhas são conhecidas principalmente por definir a harmonia facial, servindo para destacar traços únicos, expressar emoções, equilibrar as proporções faciais e realçar o olhar.
Além disso, elas também desempenham importantes funções biológicas, pois reduzem o risco de irritação e melhoram o conforto visual ao servirem como ferramentas para desviar suor, poeira e outras partículas que podem escorrer pela testa.
Para garantir o desempenho adequado dessas funções, é essencial que as sobrancelhas mantenham um volume satisfatório de fios. E em situações de falhas, afinamento progressivo ou queda excessiva, o transplante surge como uma alternativa para recuperação.
Assim como no caso do transplante capilar, o procedimento nas sobrancelhas também consiste na implantação de folículos capilares saudáveis, geralmente retirados da parte de trás do couro cabeludo, na área afetada pelo problema.
Embora a técnica mais utilizada para a execução do procedimento seja considerada minimamente invasiva, o transplante só deve ser feito por um médico dermatologista ou cirurgião plástico capacitado, que possuem os conhecimentos necessários para garantir resultados satisfatórios.
Quando não fazer transplante de sobrancelha?
Por mais que a viabilidade do transplante de sobrancelha seja determinada por meio de uma avaliação individual feita pelo profissional responsável, o procedimento pode ser realizado para fins reparadores e estéticos.
Sendo assim, o transplante pode ser indicado tanto para corrigir falhas de origem genética, decorrentes de traumas, alterações hormonais ou determinadas patologias, quanto para reparar ou camuflar resultados de procedimentos anteriores, como depilações excessivas ou dermopigmentações.
Por outro lado, pacientes que apresentam doenças que comprometem a cicatrização ou condições autoimunes em atividade devem analisar com cautela a necessidade do procedimento antes de sua realização, uma vez que podem estar sujeitos às seguintes consequências:
- Comprometimento da cicatrização;
- Rejeição e falha no crescimento;
- Infecções bacterianas, cistos ou foliculite;
- Assimetria, gerando um aspecto inestético por conta da cicatrização deficiente.






