O brasileiro Gabriel Bortoleto, entrando em sua segunda temporada na Fórmula 1, já atrai atenção não só por sua presença no grid, mas também pelo salário que recebe. De acordo com levantamento recente sobre os vencimentos dos pilotos da categoria, o piloto da Audi tem um contrato estimado em cerca de US$ 2 milhões por ano, o que equivale a mais de R$ 800 mil por mês.
Apesar de parecer alto em comparação com salários fora do esporte, o montante de Bortoleto fica modesto quando colocado lado a lado com os contratos dos pilotos mais experientes. No topo da lista, nomes consagrados amealham cifras muito maiores: por exemplo, Lewis Hamilton, recém-contratado pela Ferrari, tem um salário fixo estimado em cerca de US$ 60 milhões por ano.
A disparidade entre o que recebe Bortoleto e o que Hamilton ganha reflete não apenas a experiência, mas também o valor comercial e histórico dos nomes no esporte. Enquanto o brasileiro ainda constrói sua trajetória, o heptacampeão britânico é uma das maiores personalidades da F1, com contratos que espelham décadas de sucesso e visibilidade global.
Além de Hamilton e Bortoleto, outros pilotos também ocupam posições de destaque na tabela de salários: Max Verstappen lidera com valores ainda maiores, seguido por nomes como Charles Leclerc, George Russell e Lando Norris, todos recebendo dezenas de milhões de dólares por temporada.
Temporada 2026 promete novo capítulo na história da Fórmula 1
A temporada 2026 da Fórmula 1 será uma das mais aguardadas dos últimos anos, principalmente por marcar a estreia do novo regulamento técnico de motores e chassis. O campeonato tem início previsto para março, mantendo a tradição de abrir o calendário no Bahrein, e deve se estender até dezembro, com cerca de 24 etapas ao redor do mundo.
Entre as provas mais aguardadas está o Grande Prêmio de São Paulo, tradicionalmente realizado no circuito de Interlagos, em novembro. A etapa brasileira segue como uma das mais emblemáticas do calendário e costuma ter papel decisivo na disputa pelo título.






