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Nomes masculinos foram proibidos por lei e os pais não podem colocá-los nos seus filhos nesses lugares

Por Caio César Gomes
08/01/2026
Nome

Foto: Arquivo/Agência Brasil

No Brasil, a Lei de Registros Públicos permite que os cartórios recusem o nome escolhido pelos pais caso considerem que ele possa causar prejuízos ou constrangimentos à criança. Além disso, os profissionais responsáveis pelo registro são orientados a garantir a grafia correta do nome, evitando erros que possam gerar problemas futuros.

E como essa questão é tratada ao redor do mundo? Cada país adota suas próprias regras, e algumas legislações vão além, proibindo determinados nomes masculinos. A seguir, apresentamos uma lista de exemplos de nomes que foram banidos em diferentes países.

  1. Akuma (Japão)

No Japão, a palavra “akuma” significa “diabo”. Após um bebê receber esse nome, a situação chegou a tal ponto que o próprio Ministro da Justiça precisou intervir, incluindo “Akuma” na lista oficial de nomes proibidos no país.

  1. Anal (Nova Zelândia)

Na Nova Zelândia, qualquer nome considerado fora do comum precisa ser aprovado previamente pelo governo. Por isso, a lista de nomes proibidos cresce a cada ano. Entre eles estava “Anal”, que tem o mesmo significado por lá que no Brasil. Estranho, não é mesmo?

  1. Gesher (Noruega)

Na Noruega, uma mulher chegou a ser presa por não conseguir pagar a multa aplicada por registrar seu filho com um nome proibido pelo governo. Ela havia escolhido “Gesher”, que significa “ponte” em hebraico, contando que o nome surgiu a partir de um sonho que teve.

  1. Osama Bin Laden (Alemanha)

Embora considerado um dos maiores inimigos do mundo, Bin Laden também tinha seguidores. Pouco depois dos atentados de 11 de setembro, um casal turco residente na Alemanha tentou dar ao filho o mesmo nome do terrorista.

Na Alemanha, o governo não só proíbe nomes que possam causar constrangimento às crianças, como também recusa alcunhas estrangeiras que já são proibidas no país de origem dos pais. No caso, “Osama Bin Laden” não tinha autorização nem mesmo do governo da Turquia.

  1. Robocop (México)

Após os cartórios do México elaborarem uma lista de nomes proibidos no país, descobriram que “Robocop” estava entre eles. No entanto, um menino conseguiu ser registrado com esse nome! Esperamos que ele não tenha seguido caminhos criminosos — seria uma ironia e tanto da vida, não é mesmo?

Caio César Gomes

Caio César Gomes

Jornalista por formação (Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP), apaixonado por contar boas histórias.

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