A reta final das Eliminatórias para a Copa de 2026 promete fortes emoções com a disputa da repescagem. Ao todo, ainda restam seis vagas em jogo, que serão decididas em confrontos diretos e eliminatórios. A repescagem mundial reúne seis seleções de diferentes continentes de olho em duas vagas, enquanto a europeia conta com 16 equipes brigando por quatro vagas.
Na repescagem mundial, o formato é enxuto e decisivo. As seleções são divididas em dois caminhos, com semifinais e finais em jogo único. A República Democrática do Congo e o Iraque, seleções 56ª e 58ª colocadas no ranking da Fifa, respectivamente, são cabeças de chave e estão classificadas às finais da repescagem automaticamente.
O Congo espera pelo vencedor do duelo entre Nova Caledônia e Jamaica. Já o Iraque enfrentará quem vencer na disputa entre Bolívia e Suriname. Todos os quatro jogos da repescagem internacional serão disputados no México nos estádios de Guadalajara e Monterrey, que também sediarão partidas da Copa do Mundo.
Já na repescagem europeia, os confrontos são ainda mais numerosos e equilibrados. Um dos destaques é o duelo entre Itália x Irlanda do Norte, que vale vaga na final do caminho. Do outro lado da mesma chave, País de Gales enfrenta a Bósnia. Quem avançar desses confrontos se enfrenta na decisão por uma vaga na Copa.
Outros confrontos também movimentam a repescagem europeia, reunindo seleções tradicionais e emergentes do continente. Entre eles estão Turquia x Suécia e Ucrânia x Islândia, além de Polônia x Estônia e Dinamarca x Finlândia. Os vencedores avançam para as finais de seus respectivos caminhos, onde serão definidos os quatro classificados europeus para o Mundial.
Com jogos únicos e alto nível de pressão, a repescagem se torna um dos momentos mais imprevisíveis do ciclo da Copa. Seja na disputa global ou europeia, qualquer erro pode custar caro — e é justamente essa tensão que transforma essa fase em um verdadeiro teste de nervos para seleções que ainda sonham com a vaga no maior torneio do futebol mundial.






