Nos últimos meses, clientes do Banco do Brasil têm se tornado alvo de um golpe cada vez mais sofisticado: a falsa central de atendimento. Criminosos se passam por atendentes oficiais do banco, utilizam números semelhantes aos canais verdadeiros e, em alguns casos, até clonam a identidade visual da instituição para enganar correntistas.
O objetivo é obter senhas, códigos de acesso e outras informações sigilosas que podem resultar em prejuízos financeiros significativos. Para tornar o golpe ainda mais convincente, os criminosos costumam ligar para a vítima afirmando que sua conta foi alvo de movimentações suspeitas e que seria necessário realizar procedimentos de “segurança”.
Em seguida, induzem o cliente a fornecer dados pessoais ou até mesmo a instalar aplicativos de acesso remoto no celular. Uma vez de posse dessas informações, conseguem realizar transferências, saques e até contratar empréstimos em nome da vítima.
O Banco do Brasil alerta que nunca solicita senhas completas, tokens ou códigos de verificação por telefone e orienta seus clientes a desconfiarem de qualquer contato não solicitado. Em caso de dúvida, a recomendação é encerrar a ligação imediatamente e procurar os canais oficiais da instituição.
Como se proteger do golpe da falsa central de atendimento
🚫 Nunca informe sua senha completa por telefone, SMS, WhatsApp ou e-mail.
📱 Não instale aplicativos sugeridos por supostos atendentes. O banco não pede esse tipo de procedimento.
🔒 Use apenas os canais oficiais: aplicativo Banco do Brasil, site oficial (bb.com.br) e telefones disponíveis no cartão ou na própria agência.
📞 Desconfie de ligações inesperadas falando sobre movimentações suspeitas ou pedindo “validação de segurança”.
⏹️ Se receber uma ligação suspeita, desligue imediatamente e entre em contato pelo número oficial do banco.
🧾 Monitore sua conta com frequência para identificar movimentações estranhas o quanto antes.
🛑 Ative notificações por SMS ou aplicativo para ser avisado de compras, transferências ou pagamentos em tempo real.
👥 Nunca compartilhe seus dados pessoais com terceiros, mesmo que pareçam ser do banco.






